
Maus-Tratos contra Crianças e Jovens: Identificar e Intervir

Redes Sociais, Jovens e Violência: Riscos e Prevenção


Técnico/a de Apoio à Vítima no Domínio da Violência Doméstica
Crime e Violência contra Crianças e Jovens
DISPONIBILIZAMOS FORMAÇÃO E SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA QUEM QUER FAZER A DIFERENÇA
FORMAÇÃO
Capacitação especializada para profissionais que intervêm com vítimas de crime e violência.
PREVENÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO
Ações educativas e formativas para promover a cidadania e prevenir a vitimização.
SUPERVISÃO
Acompanhamento e reflexão crítica sobre práticas profissionais em contextos de apoio.
PARCERIAS
Colaboração com entidades para promover projetos de formação e intervenção social.
+ 52.025 H
volume de formação
+ 51.004
formandos certificados
+ 2.634
formações realizadas
+ 22
anos de experiência


Joana Antunes, 10
“Achei a sessão muito importante porque há muitas pessoas que sofrem de bullying. Aprendi muito e gostaria que viessem mais vezes para a escola falar sobre outros assuntos. Obrigada APAV.”

Marta Lopes, 61
“Durante os meus anos como professora, cruzei-me com muitos alunos cujos avós dependiam de mim para apoio informal. Quando soube da formação sobre abuso a idosos promovida pela APAV, senti que podia continuar a contribuir para a comunidade mesmo após a reforma. Foi um curso intenso com uma componente teórica e várias dinâmicas de grupo. Aprendemos a reconhecer sinais físicos e emocionais de negligência, a usar protocolos de encaminhamento e a contactar com recursos comunitários locais. Hoje, sou voluntária numa associação de bairro e já consegui intervir em dois casos concretos de suspeita de abuso, encaminhando corretamente as situações. A formação deu-me segurança e clareza para agir sem hesitação.”

André Ribeiro, 47
“Como enfermeiro, sempre me preocupei com sinais de alerta nos mais novos, mas faltava-me formação específica para agir de forma correta e ética. O curso da APAV abriu-me os olhos para detalhes que antes me passavam despercebidos: mudanças sutis de comportamento, padrões de absentismo escolar, ou até formas de comunicação que dissimulam sofrimento. Graças à formação, melhorei a articulação com escolas, CPCJ e outras entidades. Já identifiquei dois casos que puderam ser acompanhados atempadamente.”


































